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quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Se você quer ficar rico, precisa saber quanto e como gasta

Muita gente diz ter o desejo de ficar rico, mas não faz o menor esforço para isso. Uma regra simples (embora lenta) para se acumular riqueza é: gaste menos do que ganha e invista a diferença. Com certeza você deve saber o quanto ganha. Está no seu contra-cheque e todo mês pinga na sua conta. Mas, quanto você gasta?

Para organizar melhor suas finanças, é essencial que você saiba quanto e em que você está gastando o seu dinheiro. Somente assim poderá saber onde cortar gastos e aumentar a diferença a ser investida, acelerando o seu caminho para a riqueza.

Saber quanto e em que você gasta seu dinheiro é fácil, porém requer disciplina. Tudo o que você tem a fazer é manter um caderninho, ou arrumar um programa de computador, em que você registre os seus gastos. Tomou um cafezinho? Anote lá os R$ 3,00. Estacionamento? R$ 5,00 anotados. Foi para a balada? R$ 50,00 no caderninho.

Ao final de cada mês, você pode analisar os gastos e agrupá-los em conjuntos como alimentação, transporte, vestuário, educação, etc. E ver o percentual de dinheiro que está gastando em cada grupo desse. Poderá ter uma noção clara também de onde pode cortar despesas.

O ideal é que você invista no mínimo 10% do que ganha, mesmo que ganhe pouco. Aplicando corretamente esse dinheiro, mês após mês, o milagre dos juros compostos vai trabalhar a seu favor (e não contra você, quando é o caso de você contrair dívidas e mais dívidas).

Que tal começar a fazer isso hoje?

Fonte: http://curtavida.com/se-voce-quer-ficar-rico-precisa-saber-quanto-e-como-gasta

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

A corrida dos ratos

Alguém já ouviu falar na “Corrida dos Ratos”? Se você leu uma das literaturas obrigatórias dos administradores “Pai Rico Pai Pobre” de Kiyosaki & Lechter, saberá do que estou falando.

O pai rico diz que todas as pessoas têm um preço por causa de duas emoções: o medo e a ambição. A diferença entre os ricos e os pobres é que os primeiros usam estas emoções e sua mente a seu favor e os outros contra eles.


A maioria das pessoas trabalham pelo dinheiro e têm medo de que ele falte, mas ao receberem seus salários são dominadas pela ambição (ou desejo) de comprar produtos ou serviços com a intenção de “melhorar algo suas vidas”. Se recebem uma promoção salarial é incrível como as despesas aumentam na mesma proporção ou ainda mais. Eis a “Corrida dos Ratos”.

Se você é daquelas que para “melhorar seu dia” resolvem gastar o limite do cartão de crédito no shopping, cuidado! Você está usando suas emoções contra você!

Os ricos não trabalham pelo dinheiro, mas colocam o dinheiro para trabalhar para eles. Como fazer isso?

Uma regra simples que deve ser religiosamente respeitada é: Pague-se primeiro! O que isto quer dizer? Significa que você trabalhou arduamente o mês inteiro para receber seu salário ou seus rendimentos, então antes de pagar suas contas ou dar-se um presente do tipo “eu mereço...” invista de 5% a 10% dos seus ganhos todos os meses.

“E como ficam as contas?”, você pode me perguntar. Chegamos ao momento de avaliar se todas as suas despesas são realmente necessárias e compatíveis com seu padrão financeiro. Antes de iniciarmos, esclareço o porquê de pagar-se primeiro. É muito mais fácil você arrumar um meio de ganhar mais dinheiro ou pensar em outra alternativa para pagar suas contas do que ter todo este trabalho para poupar algum para si mesmo.

Avaliando suas despesas: coloque numa planilha todos os seus recebimentos do mês, o seu investimento (5% a 10%) e todas as suas despesas. (Se você tiver dificuldades, envie-me um comentário com seu email que enviarei uma planilha simplificada.)

Ao concluir, responda a seguinte pergunta para cada despesa alocada e seja sincero. “Esta despesa pode ser cortada ou reduzida?” Se a resposta for sim, zere ou altere o valor na coluna ao lado para você comparar o que gasta hoje e o que pode ser reduzido em prol da sua felicidade financeira.

Observe que você não precisa levar uma vida de privações, afinal a despesa com algo que te faça bem e te deixe feliz é extremamente recomendável desde que esta despesa não seja de valor relevante. Por exemplo: você adora um barzinho com os amigos ou ir à academia. O que precisa ser avaliado é se você não está determinando como necessidade de lazer “tudo ao mesmo tempo agora”, como diz um grande amigo. Isto é, o barzinho com os amigos, a academia, o cinema, as viagens, as baladas etc. Coloque isto tudo no papel e verá quanto gastou no final do mês.

Quem vai determinar o seu limite de despesas é o saldo positivo ou negativo no final do mês calculado pela planilha.

Você está pronto para dominar e reverter sua situação financeira a seu favor?

Fonte: http://happynesslife.zip.net/arch2008-01-13_2008-01-19.html

Economize já! Orçamento Doméstico!

Introdução

A elaboração do orçamento doméstico nem sempre é uma tarefa fácil. Definir quais são as suas necessidades e planejar todos os gastos, considerando sempre a renda disponível, é uma forma de começar a economizar.

Inicialmente, relacione suas despesas fixas tais como luz, gás, água, telefone, aluguel, condomínio, transporte, educação, assistência médica, alimentação etc. Acrescente à lista as despesas eventuais com remédios, consertos em geral, cabeleireiro, oficina mecânica, lazer e outras. Para estas, reserve uma parte de seu salário pois, esses gastos, muitas vezes inesperados, não são raros. Esta cartilha pretende, através de algumas orientações, ajudá-lo a controlar seu orçamento.


Como economizar nas despesas fixas


Alimentação

Antes de ir ao supermercado, elabore uma lista de tudo o que você precisa. Desta forma, evitará gastos desnecessários. Fique atento à disposição dos produtos nas prateleiras: supérfluos e itens mais caros estão, normalmente, sempre ao seu alcance.

Lembre-se de que as pessoas têm maior tendência a comprar supérfluos quando vão ao supermercado com fome.



Vestuário

Não compre por impulso. Pesquise! O mesmo produto pode ser encontrado em diversas lojas por preços diferenciados. Cuidado com as promoções. Nem sempre elas são tão vantajosas quanto se apresentam.

Mensalidades (escolares, convênios, clubes etc.)

Atente-se às cláusulas referentes às datas de vencimento dos pagamentos, assim como às penalidades previstas em contrato. Procure, se possível, adequar os vencimentos a datas posteriores a do recebimento do seu salário.



Energia


1) Lâmpadas

Aproveite a iluminação natural, abrindo cortinas e janelas. Locais que não estão sendo usados dispensam lâmpadas acesas. Lembre-se de que pinturas escuras dentro de casa exigem mais iluminação, gerando maior consumo de energia. Em locais de grande circulação (cozinha, área de serviço, banheiro) procure utilizar lâmpadas fluorescentes, que duram mais e reduzem o gasto com energia.




2) Geladeira e freezer


Mantenha o aparelho desencostado de móveis ou paredes, em local arejado e distante de fontes de calor (fogão, luz solar etc.). Evite o “abre e fecha” das portas que provoca grande consumo de energia e não a deixe aberta por longo tempo. Descongele periodicamente. No inverno, regule o termostato do equipamento na menor potência, pois, nesse período, a temperatura não precisa permanecer tão baixa. Saiba que não se deve pendurar roupas na parte traseira do refrigerador. Verifique se a borracha de vedação da porta está em perfeito estado. Não coloque alimentos quentes no interior da geladeira, nem forre prateleiras com toalhas, tábuas, plásticos etc.
Siga rigorosamente as orientações fornecidas pelo fabricante do aparelho.



3) Ferro de Passar

Acumule a maior quantidade possível de roupas e passe-as de uma só vez, evitando ligar o ferro constantemente. Siga a temperatura indicada para cada tipo de tecido. Passe primeiramente as peças que necessitam de baixas temperaturas e vá regulando o aparelho à medida que os tecidos forem necessitando de mais calor para serem desamassados. Antes de terminar o trabalho, desligue o ferro, aproveitando o calor restante para passar peças leves e pequenas.



4) Chuveiro Elétrico


Evite banhos demorados. Limpe os orifícios de saída de água regularmente. Mude a chave do chuveiro de inverno para verão nos dias quentes. Faça isso com o aparelho desligado.



5) Televisão


Desligue o aparelho quando ninguém está assistindo e não durma com a tevê ligada. Caso o aparelho disponha de “timer”, programe-o adequadamente.



6) Máquinas de lavar e secar


Utilize-as em sua capacidade máxima, porém, sem sobrecarregá-las. Mantenha os filtros limpos. No caso das lavadoras, a quantidade de sabão deve ser adequada, de acordo com o indicado pelo fabricante. Mantenha o nivelamento dos aparelhos em relação ao chão.



7) Torneira elétrica

Evite ligá-la e desligá-la constantemente. Ensaboe todas as peças e só depois enxágüe.

Habitue-se a fazer uma manutenção periódica em toda parte de fiação elétrica e dos equipamentos da residência.



Telefone

Procure utilizá-lo racionalmente. Ligações mais demoradas e/ou interurbanas ficarão mais baratas se feitas em horários de tarifas reduzidas. As listas telefônicas especificam quais são esses horários. Lembre-se de que as ligações em aparelhos celulares possuem tarifas bem mais elevadas.
A utilização da Internet pode ocasionar um aumento significativo na sua conta telefônica. Estabeleça limites para o uso.



Água


Mantenha as torneiras sempre bem fechadas e verifique regularmente se não há vazamentos.



Aluguel e condomínio

Procure não comprometer mais do que 1/3 de seu orçamento com o aluguel e condomínio. Pague sempre em dia essas despesas, evitando juros e multas. Participe regularmente das assembléias de condomínio.
Impostos como IPVA, IPTU e outros devem ser considerados na elaboração de seu orçamento.



Como economizar nas despesas eventuais

Preserve sempre uma parcela de seu salário para os gastos imprevistos que podem ocorrer mensalmente, como: a compra de remédios, a necessidade de adquirir um presente, um pequeno reparo em um eletrodoméstico ou uma saída com a família ou amigos.

Despesas sazonais como volta às aulas, datas comemorativas (Dia dos Pais, das Mães, dos Namorados, da Criança, Natal, Páscoa etc.), também devem ser consideradas. Elas podem representar um gasto substancial em seu orçamento.



Na hora da compra


Ao fazer suas compras é importante lembrar que os estabelecimentos comerciais colocam à sua disposição diferentes formas de pagamento. Evite qualquer comprometimento do seu orçamento, analisando a real necessidade da compra em parcelas e seu efetivo custo.


À vista

Opte por esta forma de pagamento. Isto pode possibilitar bons descontos e evitar futuros aborrecimentos.


A prazo
Fique atento às taxas de juros cobradas para o financiamento de mercadorias e serviços. O preço à vista, da entrada, das parcelas, do total a prazo, bem como as taxas de juros, o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) e a TAC (Taxa de Abertura de Crédito) devem ser informadas previamente, conforme está previsto no Código de Defesa do Consumidor.

. No parcelamento “sem acréscimo” geralmente estão embutidos altos juros.
. Atrasos no pagamento da prestação implicam multa de até 2% sobre o seu valor.
. É assegurada ao consumidor a liquidação antecipada dos débitos, total ou parcialmente, mediante a redução proporcional dos juros e demais acréscimos.



Cheque

É uma ordem de pagamento à vista. Ao emiti-lo, lembre-se de que ele poderá ser descontado imediatamente. Cuidado:

. a insuficiência de fundos pode caracterizar crime de estelionato;
. ao sustar o cheque você não estará livre da obrigação do pagamento nem de ser protestado pelo fornecedor de produtos e serviços, exceto nos casos de perda, furto ou roubo e mediante a apresentação do boletim de ocorrência.



Cheque pré-datado

É um acordo informal entre fornecedor e consumidor. Se você for utilizá-lo como forma de pagamento, faça constar do pedido, da nota fiscal ou do orçamento os números dos cheques e as datas previstas para os descontos. Esta é a sua única garantia caso o fornecedor venha a depositá-lo antes do combinado.

Os valores desses cheques deverão fazer parte de seu orçamento (despesas fixas) durante os meses em que eles serão descontados.



Cheque especial

Evite entrar no limite do cheque especial, já que as taxas de juros costumam ser muito elevadas; não faça desse limite um segundo salário.



Cartão de crédito

O controle das despesas realizadas com cartão exige cuidados. Verifique a conveniência de ter mais de um cartão, não se esquecendo de incluir, em suas despesas, as anuidades.

Pague a fatura integralmente na data do vencimento. Além da multa de até 2% no atraso do pagamento, os juros cobrados no parcelamento do saldo devedor são muito altos. Em situação de inadimplência, seu cartão poderá ser cancelado.

. É ilegal estipular preços diferenciados para pagamento à vista e no cartão.
. O Código de Defesa do Consumidor assegura que, na cobrança de débitos, o consumidor inadimplente não será exposto a ridículo nem submetido a qualquer tipo de constrangimento ou ameaça.

Economizar em pequenas coisas faz uma grande diferença em seu orçamento no final do mês. Por isso, tente mudar sua rotina habituando-se, por exemplo, a apagar a luz toda vez que sair de um recinto, a fechar bem a torneira, para que ela não fique pingando, a diminuir a chama do fogão quando os alimentos começam a ferver, a pesquisar preços antes de comprar qualquer produto etc.

Fonte: www.vitoria.es.gov.br/secretarias/cidadania/orcadomestico.doc

Como economizar em comida

A alimentação é uma das maiores despesas de um orçamento familiar, e embora deva poupar sempre que possível, é a única fatia do orçamento em que nunca deve deixar de ter em atenção a qualidade. Se ter um telemóvel de gama baixa é suficiente para fazer chamadas, comprar alimentos estragados para poupar dinheiro é uma péssima ideia. Por isso siga as seguintes dicas para poupar em comida:

  • Cozinhe em casa frequentemente. A forma mais barata e saudável de se alimentar é cozinhar em casa, no entanto nos dias de hoje pode ser complicado conciliar o trabalho com o tempo necessário para cozinhar as refeições. Experimente fazer a comida durante o fim de semana e depois congelar em doses individuais para comer durante o resto da semana.
  • Faça o seu próprio café. O custo de um café anda à volta de 50c (no mínimo). Se cada elemento da sua família (de 4 pessoas) beber 2 cafés por dia são 8 cafés diários (8 x 50c = 4 euros). Ora 4 euros x 365 dias têm um custo de 1.460 euros por ano!
  • Leve almoço para o emprego, pelo menos alguns dias por semana.
  • Faça uma lista antes de ir às compras. Pode economizar nas compras impulsivas nos hipermercados. Se seguir a lista, não terá a tentação de procurar as promoções de artigos que normalmente não precisa. Se cozinhar em casa, leve a lista dos ingredientes necessários para a semana toda, assim vai economizar também nas deslocações ao supermercado.
  • Vá às compras quando está com pressa. Desta forma, tem mesmo de comprar apenas o que tem planeado e não vai ter tempo para andar a passear pelos supermercados à procura de boas “promoções”, que depois não vai precisar.
  • Tenha atenção aos prazos de validade. É impressionante a quantidade de pessoas que se vê nas compras, que nem olham para este importante dado nos alimentos. De que serve comprar 5 litros de leite se a validade acaba ao fim de 2 dias?
  • Compre promoções em que esteja a acabar o prazo de validade. Esta dica não é contrária à anterior. Por vezes existem promoções interessantes (50% ou mais) de alimentos que acabam ao fim de 2 ou 3 dias. Se tiver a certeza que os vai consumir nesse período, e se for um alimento que estava na sua lista de compras (não compre só por estar em promoção), aproveite para economizar mais um pouco.
  • Compre em quantidade sempre que possível. Alimentos ou outros produtos que têm prazos de duração grandes, como sejam: massas, feijão, arroz, pasta de dentes, champô, papel higiénico, etc. Estes são os únicos casos em que pode comprar um produto que não esteja na lista, mas que tenha uma promoção que lhe vai permitir poupar bastante a médio prazo.
  • Compre alimentos genéricos sempre que possível. Os alimentos genéricos são muitas vezes de qualidade igual ou superior com custos mais baixos, porque não têm em cima do preço muitas agravantes dos produtos de marca (sendo a principal, o marketing e a publicidade). O que deve fazer é, procurar se existe uma marca genérica do que pretende (por exemplo, cereais para o pequeno-almoço) e depois experimentar em sua casa, se gostar passa a comprar daquela marca, se não gostar continua a comprar a sua marca preferida.
Fonte: http://poupardinheiro.info/2008/03/13/como-economizar-em-comida/

Como economizar 5 mil (ou +)

Você não leu errado. É possível, sim, guardar o equivalente a um salário por ano ? seja ele qual for ? com cortes inteligentes no orçamento. Sem sofrer. Uma economista ensina o caminho para garantirmos o 14o salário

Fernanda de Lima*

Quando eu era pequena, costumava ir ao supermercado e ficar observando minha mãe enquanto ela pesquisava preços e buscava as frutas e hortaliças da estação. Hoje, com quase 40 anos, três filhos e uma carreira de duas décadas como economista, tenho a consciência de quanto aprendi com isso. Você pode até achar que eu e as mulheres que não se sentem à vontade com números - o seu caso, talvez - não temos nada em comum. Errado. Você, como eu, provavelmente teve a primeira aula de economia com a sua mãe. E foi lá atrás, com a minha, que descobri que dá para economizar o equivalente a um salário no decorrer de um ano. Para isso, porém, é preciso manter uma relação positiva com o dinheiro, o que, mais do que conhecimento de finanças, exige capacidade (e vontade) de fazer as escolhas certas.

CONCENTRE-SE NO SEU SONHO

Se, ao ouvir a palavra planejamento, você logo pensa em restrição, reveja sua postura. Em vez de lamentar as perdas, sonhe com o que poderá realizar com o dinheiro que guardar. Equilibrar o orçamento exige alguns sacrifícios, mas adotar uma rotina saudável também exige, não é? Nem por isso você deixou de acordar mais cedo para se exercitar na academia.

ECONOMIZAR NÃO É POUPAR

Você não tem dívidas no cartão e paga em dia o aluguel e o condomínio. Apesar da situação aparentemente sob controle, não consegue guardar dinheiro. Portanto, como você não conta com uma reserva, é provável que vá enfrentar dificuldades financeiras caso seja surpreendida por uma emergência. Sabe qual o seu erro? Preocupar- se demais em economizar e não em poupar. Apesar de serem usadas como sinônimas, essas duas palavras têm um sentido distinto. Como convivi durante boa parte da vida com a hiperinflação, me habituei a pesquisar preços. Mas o esforço pouco adiantava, porque acabava gastando esse dinheiro de outras formas. Em resumo, eu economizava, mas não poupava...

FAÇA ESCOLHAS CORRETAS

Poupar depende das escolhas que fazemos todos os dias. Você deve, sim, usar seu dinheiro para se divertir, comprar roupas, viajar - afinal, ninguém é de ferro! O segredo é gastar menos do que recebe. Comece controlando seus impulsos. Faça como a turma dos Vigilantes do Peso: na hora da fome, distraia a mente com outra coisa. Em vez de ir ao shopping, vá ao parque, leia um livro. Pergunte- se: será que eu preciso disso ou simplesmente desejo? Se a resposta demorar mais que alguns segundos, é provável que você esteja sendo vítima de um impulso de consumo.

INTELIGENTE CORTE DE GASTOS

Agora, a dieta financeira. Recomendo focar nas grandes despesas e nos gastos invisíveis. Alimentação responde por cerca de 20% do gasto do total mensal. Se você baixar essa conta em 10% terá, automaticamente, cortado 2% das despesas mensais. Ou seja, proponho que você reduza o supermercado de 200 para 180 reais. Não é nenhum absurdo. Pesquise produtos de marca própria e opte por alimentos frescos e da safra, mais saudáveis e baratos. Também merecem atenção as despesas pessoais e com vestuário. Em média elas perfazem de 10 a 18% do total. Tenha como meta diminuí-las em 20% e terá cortado entre 2 e 4% do gasto total. Por exemplo: troque o cinema seguido de restaurante por um DVD com amigos em casa. Só com pipoca, refrigerante e entradas você economiza quase 14 reais por sessão. Outra questão é enxergar gastos invisíveis. Coloque no papel quanto você desembolsa por dia com o cafezinho (2 reais), o lanche da tarde (4 reais), a garrafa de água (1,50 real) que compra na hora do almoço ou com o cigarro (2 reais). Faça as contas. Você cortou entre 4 e 6% dos grandes gastos e ainda economizou 2 600 reais por ano em despesas que fazia quase sem perceber!

CUIDE DO SEU DINHEIRO!

Vivemos em média sete anos a mais que os homens, um ótimo motivo para investirmos em nós mesmas, sem esperar ajuda de governo, marido ou filhos. Por isso, poupe sempre. Comece guardando 5% do seu salário mensal e, aos poucos, vá aumentando esse percentual. Para seu dinheiro crescer, aprenda a investir: há produtos para todos os gostos e bolsos e sites que podem ajudá-la.

* Fernanda de Lima é economista e sócia-diretora do Portal financeiro InfoMoney www.infomoney.com.br


R$/UNIDADE NO VEZES/
SEMANA
ECONOMIA SEMANAL ECONOMIA ANUAL
SUPERMERCADO

R$ 20 R$ 1040
GASOLINA *
1 R$ 6,25* R$ 325
CAFEZINHO R$ 2 5 R$ 10 R$ 520
ÁGUA R$ 1,50 5 R$ 7,50 R$ 390
CHOCOLATE R$ 2,50 5 R$ 12,50 R$ 650
CIGARRO R$ 2 7 R$ 14 R$ 728
DELIVERY
RESTAURANTE**

1 R$ 12,25 R$ 637
CINEMA*
1 R$ 14 R$ 728
TOTAL


R$ 5018

Fonte: http://claudia.abril.com.br/materias/1711/

Dicas para negociar e comprar material escolar

Publicado por Reinaldo Domingos em 14.1.2009 na seção Finanças Pessoais, Negociação no site Dinherama

A compra de materiais escolares sempre causa grandes preocupações para os pais: como não cair em dívidas? Como valorizar seu dinheiro? Onde encontrar produtos de qualidade? É possível comprar itens escolares com bons descontos? Um problema nessa hora é que a maioria dos brasileiros tem grande dificuldade em realizar boas compras em função da timidez e da idéia de que o preço do produto não pode ser alterado. Trata-se de um grande engano. Os preços estabelecidos por uma loja podem e devem ser questionados.

Uma alternativa nessa hora é a realização das compras de materiais escolares em conjunto, o que lhe dará maior chance para negociar menores preços. Basta para isso juntar-se com os pais dos amigos de seus filhos saírem juntos para as compras. Outra dica é fazer um levantamento de todo o material escolar que sobrou no ano anterior, afinal ele vale dinheiro .

Separe o que pode ser reaproveitado ou não e lembre-se nessa hora que as trocas de livros didáticos entre alunos que cursam séries diferentes representam uma grande economia. Também é importante não se deixar levar pelos impulsos dos seus filhos, que vão querer comprar produtos de grife e que contenham imagens de artistas ou personagens de sucesso (geralmente estampados em produtos mais caros).



Fonte: http://dinheirama.com/blog/category/financas-pessoais/


Aprender a investir pode fazer a diferença?

Publicado por Leandro Martins em 25.1.2009 na seção Finanças Pessoais no site Dinherama

Aprender a investir pode fazer a diferença?Acredito que possuir o mínimo de orientação financeira seja dever de todos, para assim valorizar seu patrimônio conquistado com muito sacrifício e trabalho. Trabalhamos, em média, 180 horas mensais e a maioria das pessoas não dispõe de 1 hora por mês para acompanhar os investimentos desse dinheiro conquistado nessas 180 horas. É preciso investir com inteligência seus rendimentos alcançados a partir de um controle eficaz de seu orçamento financeiro e de decisões fundamentadas em seus objetivos futuros.

Pequenas atitudes fazem muita diferença. Apenas a obtenção de maior conhecimento o auxiliará no processo de desenvolvimento de suas habilidades financeiras, capacitando-o corretamente em suas escolhas e nas definições de metas e objetivos. Devemos equilibrar nossos gastos para realizar investimentos periódicos e alcançar no futuro próximo nossa liberdade financeira - onde o dinheiro poderá trabalhar por você.

Mesmo pequenos valores farão grandes diferenças no futuro. Faz parte do processo de poupar, valorizar qualquer quantia, por menor que seja, pois ela fará a diferença se aplicada por anos a juros compostos. Aliás, que tal recapitular a força dos juros sobre juros e demonstrar como pequenas economias podem levá-lo rumo a um futuro tranqüilo?

Fonte: http://dinheirama.com/blog/category/financas-pessoais/

A mágica do dinheiro fácil e rápido!

Publicado por Conrado Navarro em 23.08.2007 na seção Educação Financeira no site Dinherama

Daniel escreveu: “Bem Navarro, você deve receber milhares de perguntas todos os dias, certo? Vou fazer a minha, vai que eu consigo uma resposta. Qual o melhor tipo de aplicação para um período de apenas 6 meses? Sendo que começaria com mil reais e todos os meses colocaria mais mil reais? Existe alguma que sirva para casos como esse? Obrigado”!

Dinheiro fácil

Daniel, são em média 10 mensagens por dia, mas a sua fiz questão de publicar. Quase 50% dos e-mails que recebo traduzem o interesse do leitor em ganhar dinheiro rápido, super rápido. Sua intenção é entender quais opções são interessantes e discutir o curto prazo como opção de aplicação, certo? Não me parece daqueles querendo mágica. Ainda bem. Curto ou curtíssimo prazo são palavras comuns na minha caixa de entrada e isso pode ser perigoso.

Mágica é mágica. Dinheiro é dinheiro.
Cuidado com os maus (e falsos) exemplos dados em muitas prosas de bar ou no almoço de domingo. Aquele primo, que ficou rico em um ano porque “está mexendo com essa tal Bolsa de Valores”, pode na verdade estar fazendo algo mais perigoso e que quase ninguém desconfia: mentindo. Acontece. Será que é só isso que ele anda fazendo? Humpf! Achar que algo vai fazê-lo ficar rico assim tão rapidamente pode frustrar suas tentativas de investimento e minar sua auto-estima. Dinheiro é coisa séria.

Vejo muitos leitores se inspirando em Warren Buffet e George Soros. Calma lá pessoal. A história deles é muito bacana, o QI financeiro deles é elevado e a inteligência emocional privilegiada. Ora, eles ganham muito dinheiro do dia pra noite porque movimentam muito dinheiro. Dinheiro com dinheiro se ganha. Deixe a mágica de lado. E não, eu não estou dizendo que não devam ler suas obras e dicas. “Interpretação de texto faz parte da prova”, assim falava um professor meu.

Já falei e repito, seu emprego não vai torná-lo rico, isso é uma opção sua (só sua) e não um dever da empresa. Trabalhar dá dinheiro? Dá! Trabalhar para si mesmo pode dar mais. Aprender a fazer seu dinheiro trabalhar por você dá muito mais. Mas isso sim é assunto para o bar.

A rentabilidade deve ser construída
A melhor opção para você aplicar seu dinheiro é aquela que você escolher. Passado o curto prazo, seja lá o que isso signifique para você, a realidade será essa: sempre haverá alguém que ganhou mais dinheiro que você e sempre haverá alguém que ganhou menos dinheiro que você. Preferimos nos lamentar pelos poucos (ou muitos) “por centos” que deixamos de ganhar a vibrar com os mesmos poucos (ou muitos) “por centos” que conseguimos conquistar.

Não estou sendo hipócrita ou simplista ao dizer que você deve comemorar o que ganhou, ainda que tenha sido pouco. Estou sendo realista. Aprender a multiplicar seu patrimônio requer dedicação e conhecimento e à medida que essa base cresce, cresce também a rentabilidade. Querer ganhar dinheiro à beça em apenas 6 ou 12 meses, a partir de um produto fantástico oferecido pelo colega, é assumir publicamente sua ingenuidade e favorecer o caráter imediatista vivido pela grande maioria da população. Nada justifica a falta de planejamento passado.

Chega de bronca! Vai me ajudar ou não Navarro?
Vou, vou sim. Seu dinheiro não vai se multiplicar tanto quanto você gostaria no curto prazo, isso já ficou claro? Aprender a lidar com suas expectativas é a lição número um. Além disso, há outras coisas a se considerar:

  • Imposto de renda: as alíquotas para movimentação em fundos são altas para períodos de 180 ou 365 dias. Dependendo da rentabilidade acumulada, o dinheiro em conta pode frustrá-lo depois que o governo levar a parte dele.
  • Operar na Bolsa não é só comprar e vender: eu particularmente adoro as histórias de quem ficou rico com a Bolsa de Valores. Sugiro que você também enalteça tais pessoas, mas entre com cuidado e comece devagar. Estude primeiro, tenha boas companhias e invista seu tempo em aprimorar seu senso de negociação. Se notar que o mercado costuma bater mais em você do que você nele, pule para um clube de investimentos ou fundo de ações.
  • O risco: quando o assunto é dinheiro, risco é algo fundamental de se entender. Ao contrário do que todos costumam pensar, risco não é algo necessariamente ruim. Risco é a chance de algo dar errado, mas é também a chance de algo dar certo. No mundo financeiro, quanto maior o risco maior o retorno. Se em 6 ou 12 meses você procura por dinheiro garantido, com poucas chances de evaporar, sua rentabilidade não será das melhores. Mas aprenda que é assim. Ponto.

O que posso fazer então?
Se você é dos que tem dinheiro para investir e não se preocupa com uma eventual queda de patrimônio no curto prazo, procure um bom corretor e trate de entrar no mercado de ações e derivativos. Arrisque, mas assuma as consequências. Se você gosta de andar por estradas mais tranqüilas, prefira aplicações como CDB, fundos referenciados DI, fundos multimercado conservadores ou a boa e velha caderneta de poupança (que está de fôlego renovado).

Qual o melhor investimento?
Pare de procurar resposta para a pergunta do milhão. Que tal procurar pelo melhor investimento para você? Notou a sutil diferença? Quem tem pouca reserva não pode se dar ao luxo de participar do pregão da Bovespa, ainda que eu fale que a Bolsa dá dinheiro. Quem tem muito dinheiro e ainda assim prefere os imóveis e a poupança pode estar perdendo a oportunidade de multiplicar seu patrimônio. Mas isso não interessa quando este alguém está feliz e satisfeito com o que está fazendo.

Créditos da fotografia para Marcio Eugenio

Fonte: http://dinheirama.com/blog/2007/08/23/a-magica-do-dinheiro-facil-e-rapido/

Atenção: Fraude bilionária através de pirâmide financeira. É mais comum do que você pensa!

Muita gente deve ter ouvido falar da acusação contra Bernard Madoff, divulgada quinta-passada (11), por conta do esquema multibilionário e fradulento que ele criou através da administradora de fundos Bernard L. Madoff Investment Securities LLC. A denúncia, reconhecida pelo próprio Madoff, é relativa a uma pirâmide financeira comandada pela empresa de Madoff. Antes de entrar em detalhes sobre o esquema e quem é Bernard Madoff, vou explicar o que é e como funciona uma pirâmide financeira.

Uma pirâmide financeira, que também pode ser confundida com marketing de rede (apesar de existirem produtos sérios nesse ramo), é um esquema onde você investe um determinado valor para entrar na pirâmide, beneficiando quem já está nela, e receberá uma parte dos futuros integrantes dessa pirâmide, que forem convidados por você. A figura acima ilustra um exemplo bem simples - e comum - desse esquema. Certamente a maioria de vocês já devem ter conhecimento de algo desse tipo, nem que seja por correntes de e-mail pedindo para depositar “x” reais na conta de alguém, colocar seu nome na lista e repassar para 6 pessoas, por exemplo.


Não caia nessa! Saiba mais clicando aqui.

Fonte: http://queroficarrico.com/blog/category/renda-extra/

Como poupar dinheiro


Ano novo, novos planos, novas metas. O final do ano serve para comemorações, festas e confraternizações, mas também para fazer um balanço de tudo que ocorreu de bom durante o ano e aquilo que não foi tão bom ou não foi alcançado. Uma ótima oportunidade para definir quais serão os objetivos a serem alcançados em 2009.

O blog Dinheirama escreveu um artigo interessante sobre os planos financeiros para 2009. Acredito que vários objetivos (realistas) devem ser definidos, não apenas financeiros. Porém sugiro que fazer um planejamento financeiro deva estar entre seus objetivos.

Disponibilizamos na seção de Downloads do blog uma planilha de Orçamento Familiar. Tão importante quanto utilizar uma ferramenta para controlar seu orçamento (planilhas, softwares ou até mesmo um caderninho) é receber algumas dicas de como poupar dinheiro.

A consultora Cássia D’Aquino, no seu ótimo site Educação Financeira, escreve vários artigos sobre esse assunto. Resolvi reproduzir um deles para vocês. Recomendo a leitura dos artigos do site dela. Vejamos então como poupar dinheiro em sete passos:

Primeiro passo: Decida-se, de verdade, a planejar sua vida financeira. Para tornar essa empreitada mais saborosa, defina objetivos para esse esforço: aposentadoria, educação dos filhos, uma viagem espetacular, a compra da casa própria ou de um carro. Estabeleça as prioridades e prazos realistas para alcançar cada meta.

Segundo passo: Nesse processo é fundamental conhecer as despesas e receitas de sua família. Durante um mês anote rigorosamente todos os gastos e compare com os ganhos. Você vai se surpreender ao perceber quanto dinheiro está sendo desperdiçado. Lembre-se que, a partir de agora, cada centavo poupado vai deixá-lo mais próximo de alcançar seu objetivo. Por isso, não hesite em cortar pequenas despesas, como o aluguel de DVDs que ninguém assiste ou - coragem! - a cervejinha do fim de tarde.

Terceiro passo: Faça (e agarre-se a ele) a um orçamento familiar. Chame sua família a participar. Peça que façam sugestões de corte de gastos. Explique a necessidade de diminuir as despesas para que vocês construam uma poupança. Seduza-os contando o objetivo da tal poupança. Depois disso vai ficar muito mais fácil convencê-los a pensar duas, três, mil vezes, antes de adquirir um bem de consumo. Afinal, será que vocês realmente vão precisar dele?

Quarto passo: Livre-se das dívidas. Os juros que você paga no cheque especial ou no crédito direto ao consumidor podem virar receita se, em vez de consumir, você aplicar o dinheiro para comprar à vista mais adiante.

Quinto passo: Todo mês reserve parte de sua renda para investimento. Antes de fazer qualquer despesa, aplique o dinheiro. Guarde parte do 13° salário, para iniciar ou reforçar a poupança.

Sexto passo: Não seja ávido demais. Não tente compensar de um dia para o outro anos e anos de gastança. Use a cabeça. Nem sempre a aplicação que oferece maior rendimento é a melhor para você. Lembre-se que quanto maior a chance de lucro, maiores também são os riscos. Portanto, seja sensato e avalie, cuidadosamente, a liquidez, rentabilidade e segurança da aplicação.

Sétimo passo: Procure instituições financeiras de comprovada idoneidade. Fuja daquelas que prometem lucros extraordinários em curto espaço de tempo. Milagres financeiros simplesmente não existem.




Fonte: http://queroficarrico.com/blog/2008/12/24/como-poupar-dinheiro/

Seis sugestões para jovens que procuram estágio ou o primeiro emprego

Aqui vai seis sugestões do comentarista Max Gehringer, da rádio CBN:

1) Enviar currículos para empresas pessoalmente e por meio de sites;
2) Dê um trato no seu visual, pois as empresas continuam conservadoras. Tenha um visual discreto.
3) Faça uma lista de pessoas que possam lhe ajudar, como ex-professores, familiares, amigos, entre outras pessoas que estejam atualmente empregadas. Entre em contato com elas, pois os relacionamentos abrem mais portas que os currículos
4) Capriche no seu português. Leia e escreva bastante. É o teste escrito que tem eliminado mais de 70% dos candidatos.
5) Formule as perguntas e respostas mais comuns das entrevistas. E leia-as em voz alta.
6) Tenha paciência e seja positivo. Uma chance não conquistada é uma nova chance de conquistar um outro emprego.

Escute o comentário:




Fonte: http://cbn.globoradio.globo.com/comentaristas/max-gehringer/2009/01/27/SEIS-SUGESTOES-PARA-JOVENS-QUE-PROCURAM-ESTAGIO-OU-O-PRIMEIRO-EMPREGO.htm

Como calcular o preço da sua hora de trabalho

por Marcos Rezende - Coach de Talentos para Empreendedores

Fonte: http://www.insistimento.com.br/2008/09/16/como-calcular-o-preco-da-sua-hora-de-trabalho/

Um dos meus coachees trabalha com desenvolvimento de software há bastante tempo, mas tem dificuldade para se lançar no mercado como freelancer apesar do seu enorme talento. Ele me procurou pedindo o meu apoio para traçar um plano que ele pudesse seguir para começar a prestar serviços por conta própria e passo a passo conquistasse a liberdade profissional que tanto deseja.

big bang theory

Como primeiro passo, resolvemos estabelecer o quanto ele precisaria cobrar pelo valor da sua hora para que pudesse viver somente do seu trabalho como freelancer. Assim, chegamos a conclusão de que seria necessário, em primeiro lugar, colocar no papel separadamente as despesas fixas e as despesas variáveis para termos uma noção da reserva financeira que seria necessária para ele iniciar o seu empreendimento e do valor que deveria estabelecer como mínimo de entrada em seus projetos.

DESPESAS FIXAS
As despesas fixas não se referem de maneira nenhuma as dívidas de cartão de crédito ou de limite de cheque especial, elas são apenas aquelas despesas obrigatórias para a sobrevivência. Isto quer dizer que neste grupo de despesas deve-se apenas incluir gastos com aluguel, luz elétrica, gás encanado, telefone fixo, plano básico de celular, etc. Tudo aquilo que é extremamente necessário para manter um conforto básico para você e para a sua família.

DESPESAS VARIÁVEIS
Jantares em restaurantes, cinema no final de semana e roupas novas são coisas que não fazem parte das necessidades básicas da sua vida, podendo ser postergadas. Isso significa que elas apenas devem ser anotadas e realizadas somente quando sobrar uma reserva mínima no seu orçamento como profissional autônomo, pois de agora em diante você será o dono da sua empresa e deverá arcar com todos os custos para tal.

DÉCIMO TERCEIRO
Cada vez mais imprescindível no mundo dos freelancers, ter um salário a mais por ano significa poder ficar uns tempos afastado do trabalho para viajar e usufruir do dinheiro que ganhou nos seus projetos. E para conseguir juntar essa quantia em um ano é necessário dividir as despesas fixas por doze e agregar este valor ao seu cálculo de valor de hora.

LUCRO
Esta é a parte mais importante para quem é profissional autônomo, pois é com este incremento que o seu valor de hora ganhará força e crescerá. Um crescimento que corresponde a experiência e competência do profissional. Quando começando, o freelancer deve pensar em algo em torno dos 20% para agregar ao seu valor de hora e, conforme for ganhando mais experiência, aumentar este valor sucessivamente até que a sua vida profissional fique confortável ao ponto de escolher em que projetos irá trabalhar.

FÓRMULA
Sabendo dos itens acima, basta aplicar a fórmula abaixo para chegar com precisão ao seu valor de hora. O meu coachee gostou da idéia e já irá colocar em prática em seus próximos projetos. Em outros artigos colocarei mais alguns dados dessa experiência de coach para a área de TI, a maioria do público que assina este site.

((Desp. Fixas Mensal + 1/12 Desp. Fixas Mensal) + 20% Lucro) / Núm. Horas Trabalhadas = Valor Hora

Exemplo:

((R$1200,00 + R$100,00) + R$260,00) / 80 = R$19,50


Fonte: http://www.insistimento.com.br/2008/09/16/como-calcular-o-preco-da-sua-hora-de-trabalho/

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

HomeBank – Controle as suas finanças

Fonte: http://www.pplware.com/2008/11/21/homebank-%E2%80%93-controle-as-suas-financas/

Quantas vezes vos aconteceu olharem para o saldo da vossa conta bancária e pensar “Onde raio foi que gastei tanto dinheiro?”. Se forem como muita gente, muitas vezes…

A aplicação que hoje vos apresento serve para gerir de forma simples e eficaz as vossas finanças, ou seja, como gastam, onde gastam, etc.

O HomeBank prima pela sua simplicidade e facilidade de uso, não sendo necessário perder “horas” a configurá-lo (para alguém que como eu gosta de ter tudo “direitinho”).

Ou seja, saber as entidades a quem se paga, de quem se recebe, etc. ao invés de ter tudo categorizado de uma forma abrangente, perde obviamente tempo. Claro há outras ferramentas, mas também nessas perderia, mais não fosse a pagar a licença, como por exemplo no Microsoft Money ou Quicken, no HomeBank de licenças gasta… NADA, nem para o ter ou usar, porque é GRATUITO.

Para instalar no Windows, podem fazer download no site oficial. Mas atenção, para funcionar têm de ter instalado no vosso sistema Windows o GTK+ Runtime Environment Installer

Para instalar no Ubuntu, basta:
seleccionar Aplicações → Adicionar/Remover Aplicações… → procurar “homebank” → seleccionar o HomeBank → clicar em “Aplicar Alterações”

Para instalar em Mac ou noutras distribuições Linux, podem ver os passos também no site oficial.

Como podem ver, também tem a grande vantagem de ser Open-Source e funcionar nos mais usados SO’s.

Funcionalidades específicas do HomeBank mais importantes:

  • Movimentos/transacções pré-definidas, que podem ser automatizadas
  • Preencher um movimento/transacção através de um “favorito”
  • Adicionar movimentos/transacções por “herança” de existentes
  • Fácil transferência entre contas, que pode ser automatizada
  • Filtros dinâmicos de movimentos/transacções em todo o lado
  • Lembrete/nota de movimento/transacção (tipo ‘post-it’)

Outra grande vantagem do HomeBank é que não só serve para pessoas que querem uma gestão “rápida” mas também para quem a quer mais “detalhada”, pois pode gerar relatórios e gráficos onde se torna facilmente visível onde gastamos a maior parte do nosso dinheiro.

NOTA: Este artigo foi escrito por Bruno Bernardino Para o Peopleware.

Licença: Open-Source
Sistemas Operativos: Windows/Mac/Linux
Download [win]: HomeBank 4.0 Beta [4.20MB]
Download [mac]: HomeBank 4.0 Beta
Download [linux]: HomeBank 4.0 Beta
Homepage: HomeBank


Fonte: http://www.pplware.com/2008/11/21/homebank-%E2%80%93-controle-as-suas-financas/

O que são ativos líquidos?

por Jane McGrath - traduzido por HowStuffWorks Brasil
http://empresasefinancas.hsw.uol.com.br/liquidez.htm

Capital, receita bruta ajustada, ações, títulos (em inglês), razão corrente, fluxo de caixa operacional, ativos, passivos, patrimônio líquido (em inglês) - é fácil se perder na selva de termos financeiros que circulam por aí quando uma pessoa tenta administrar suas finanças. Antigamente, bastava medir receita e despesa, não é? Bem, quando uma pessoa se pergunta "qual é meu patrimônio?", ela não está se referindo apenas ao dinheiro que tem na carteira ou na conta bancária (em inglês) naquele momento. Na verdade, a depender de como e quanto uma pessoa investe, gasta ou poupa seu dinheiro, o patrimônio dela pode variar. Os ativos líquidos respondem por apenas uma categoria especial de seu patrimônio. Compreender esse fato ajuda a pessoa a formar uma idéia melhor sobre a situação financeira que vive.
Ativos líquidos são os seus valores que podem fluir rapidamente de mão em mão sem perda ou desgaste no caminho
©iStockphoto.com/Jesus Jauregui
Ativos líquidos são valores que podem fluir rapidamente sem perda no caminho

Vamos desacelerar. Primeiro, um ativo é algo que representa valor e que uma pessoa tem - qualquer coisa, de dinheiro a um CD dos Rolling Stones ou a casa em que ela mora. O termo líquido não se refere literalmente ao vinho que a pessoa tenha na adega ou à gasolina no tanque de seu carro. No sentido financeiro, "líquido" é um termo metafórico: não é sólido e difícil de movimentar, mas fluido e se move fácil. Especificamente, os ativos líquidos são aqueles que uma pessoa pode trocar por outros ativos de maneira fácil e eficiente. O dinheiro é um exemplo clássico. Para que seja qualificado como líquido, precisa ser possível vender o ativo rapidamente e sem perda de valor. Por exemplo, uma pessoa poderia vender sua casa (em inglês) amanhã no eBay, mas uma transação rápida como essa provavelmente implicaria em venda por valor bem inferior ao real. Casas e outros ativos que podem demorar mais tempo a serem vendidos - por um valor justo de mercado - não são líquidos, mas ativos fixos (ou ativos ilíquidos). Se você ler o caderno de negócios em seu jornal, vai encontrar o termo liquidez com alguma freqüência, em descrições sobre as finanças de uma empresa. Ainda que o conceito de ativos líquidos seja usado de maneira um pouco diferente no mundo dos negócios, os mesmos princípios básicos se aplicam. A liquidez de uma empresa é a medida de até que ponto ela pode cumprir suas obrigações. Caso tenha alta liquidez, isso significa que tem acesso rápido a dinheiro (ou pode vender ativos e fazer caixa) suficiente para satisfazer suas dívidas. Nas próximas páginas, estudaremos o papel dos ativos líquidos nas finanças pessoais e no mundo dos negócios. Primeiro discutiremos por que é importante conhecer - e como descobrir - qual é sua situação pessoal em termos de liquidez.

Ativos líquidos nas finanças pessoais

A proporção de água em nossos corpos é de 60%; todos sabemos que é necessário bebê-la para viver. Mas que proporção de nossas finanças deveriam ser líquidas? Caso o seu chefe o chamasse à sala dele e o demitisse hoje, quanto tempo você sobreviveria confortavelmente sem arranjar emprego? É aí que a importância de ter ativos líquidos se torna mais clara e concreta. Muitos planejadores financeiros sugerem que as pessoas mantenham fundos facilmente acessíveis que permitam que sobrevivam sem grandes cortes de gastos por cerca de três a seis meses [fonte: McWhinney (em inglês)].

E isso faz com que provavelmente seja uma boa idéia calcular de quanto exatamente você dispõe em ativos líquidos. Mas o que deveria ser computado como ativo líquido, na verdade? Talvez apropriadamente, não há uma definição sólida para ativo líquido, e existem algumas variações. Há quem diga que ativo líquido é aquele que pode ser vendido a preço justo de mercado em prazo de uma semana, e há quem diga que o prazo deveria ser um mês. Outros consideram que um item seja líquido mesmo que sofra uma perda modesta de valor ao ser vendido rapidamente.

Eis uma lista de coisas que tipicamente constam de uma carteira de ativos líquidos:

Ações, títulos e cotas de fundos de títulos são muitas vezes considerados como ativos líquidos ainda que possam perder valor quando vendidos [fonte: Gentry]. Pense em liquidez como um espectro variável - o dinheiro em si é o ativo mais líquido, em um dos extremos da escala; ações e títulos são ativos líquidos, mas menos do que dinheiro ou fundos depositados no banco.

Ativos que requeiram mais tempo para venda sem perda de valor, como imóveis, são menos líquidos e caem no extremo oposto do espectro.

Ativos líquidos são os seus valores que podem fluir rapidamente de mão em mão sem perda ou desgaste no caminho

Se você dispuser de itens pessoais valiosos que gostaria de incluir na soma total dos seus ativos líquidos, compreenda que eles em geral são menos líquidos do que os itens mencionados na lista acima. No entanto, se você dispõe de número considerável de itens valiosos que não se incomodaria em vender, talvez valha a pena considerá-los. Eles podem incluir objetos de coleção - bonecos de Guerra nas Estrelas na embalagem original, jóias, CDs de música em boas condições ou DVDs de programas de TV em boas condições, bem como antiguidades.

Pode-se até mesmo incluir na lista aparelhos eletrônicos ou roupas. Mas seja realista e considere honestamente o quanto eles valeriam usados. Lembre-se de que não valerão o mesmo que pagou por eles. A menos que você tenha um vestido de grife pouco usado e ainda da estação, provavelmente não vale a pena contar com retornos significativos de suas roupas usadas.

Certamente, em nossa era do eBay e Craigslist (em inglês), obter um bom negócio se tornou mais rápido e mais fácil. Quando você precisa de dinheiro rapidamente, não é preciso fazer uma venda de garagem e vender seu vinil original dos Beatles por cinco dólares a um mal-agradecido qualquer em seu bairro. Hoje se pode leiloá-lo a um grupo mais amplo de pessoas, que apreciarão seu verdadeiro valor.

Você não é o único a estar preocupado com o baixo nível de liquidez de seus ativos. Na próxima página, aprenderemos como as grandes empresas precisam ficar de olho na liquidez a fim de manterem a solvência.


Ativos líquidos nos negócios

Para manter uma empresa em operação, em geral é necessário assumir diversas obrigações financeiras, entre as quais pagar os salários dos funcionários e amortizar empréstimos e dívidas (em inglês). Para manter satisfeitos todos os diferentes interessados, uma organização precisa manter um saldo saudável de ativos líquidos. As pessoas se inclinarão mais a investir ou a emprestar dinheiro a uma companhia que disponha de liquidez suficiente para manter em dia os seus pagamentos. No entanto, uma empresa pode ter excesso de liquidez, o que possivelmente indicaria que está retendo fundos que deveria investir.

Os exemplos de ativos líquidos de uma empresa são semelhantes aos de um indivíduo:

  • dinheiro
  • recursos no banco
  • ações
  • títulos

Em certo sentido, até mesmo tomar dinheiro emprestado representa outra fonte típica de liquidez para uma empresa. Para cumprir suas obrigações, a capacidade de tomar empréstimos será um fator em sua liquidez.

As empresas gostam de manter as coisas em perspectiva a fim compreender o quadro mais amplo. Por exemplo, acompanham seu saldo de ativos líquidos, que representa a liquidez que lhes restaria caso pagassem todas as suas dívidas e passivos utilizando os ativos líquidos. Elas também dividem a situação de acordo com cronogramas variados. Por exemplo, uma empresa presta atenção ao montante de ativos rápidos, ou seja, aqueles que são facilmente conversíveis em dinheiro. Também calcula o quanto dispõe em ativos correntes, que são todos os ativos que poderia vender em prazo de um ano.

Usando esses conceitos, as empresas comparam esses fatores em forma de razões, a fim de compreender a liquidez sob diferentes aspectos. Por exemplo, eis duas razões comumente usadas para as quais a liquidez tem papel importante:

  • razão corrente: o número que você obtém ao dividir ativos correntes por passivos correntes, ou seja, dívidas com vencimento em prazo de um ano;
  • razão rápida: os ativos rápidos (que são algumas vezes calculados como ativos atuais menos estoques) divididos pelos passivos correntes. Também é conhecida como "razão de teste", e retrata a situação financeira mais imediata da empresa.
Determinar a liquidez de um ativo depende do período em consideração
©iStockphoto.com
Determinar a liquidez de um ativo depende do
período em consideração

É quanto a isso que a idéia de liquidez nas finanças empresariais difere da idéia de liquidez pessoal - para as obrigações financeiras de um indivíduo, um ano é prazo relativamente longo, mas isso não procede para uma empresa. No entanto, a idéia de liquidez se torna ainda mais complicada no mundo empresarial. Determinar se um ativo é líquido depende da data de vencimento das obrigações. O período que torna um ativo corrente, por exemplo, pode ser um ano ou a duração do ciclo operacional da empresa. Por outro lado, a disposição da empresa de vender ativos antecipadamente (o que a força a aceitar preço mais baixo) também influencia a classificação de liquidez que eles recebem.

Uma empresa também leva em conta as condições de mercado atuais ao considerar sua liquidez. Em um mercado líquido, os ativos são vendidos de forma rápida e sem perda de valor, como norma geral. Mas em um mercado magro, os valores dos ativos mudam rapidamente e se torna mais difícil vender um ativo a preço lucrativo. Muitos fatores influenciam essa facilidade - como por exemplo a inflação e as taxas de juros. Isso pode ser compreendido em termos de spread entre lance e oferta, uma comparação entre os preços pelos quais as coisas são adquiridas e mais tarde vendidas no mercado. Caso a diferença seja baixa, ela gera um mercado confiável e líquido. Por outro lado, se existe grande discrepância, temos um mercado magro. O mercado de câmbio, ou Forex, usualmente serve como mercado confiável para ativos líquidos [fonte: Investopedia (em inglês)].

Para aprender mais sobre investimento e finanças, siga os links da próxima página.

Fonte: http://empresasefinancas.hsw.uol.com.br/liquidez.htm

Como funcionam os títulos de risco

por Jane McGrath - traduzido por HowStuffWorks Brasil
http://empresasefinancas.hsw.uol.com.br/titulos-podres.htm

Como funcionam os títulos de risco










Você finalmente conseguiu guardar algum dinheiro extra. Em vez de despejar seus preciosos fundos em alguma tecnologia engenhosa, você decide tentar o mercado. É aí que você aprende que investir é mais do que apenas comprar algumas ações do Google e se aposentar precocemente. Ações, títulos (em inglês), fundos mútuos (em inglês), são diversas as seguridades para investir o seu dinheiro e talvez a mais duvidosa de todas elas seja o título de risco.

Título com data de maturidade, principal, juros
Você talvez precise conhecer estes termos se vai comprar títulos de risco

Para entender os títulos de risco, vamos esclarecer o que eles são e como eles se diferem das ações. Enquanto as ações representam a propriedade parcial de uma empresa, os títulos são simplesmente empréstimos. Quando adquire um título, você está concordando em emprestar dinheiro ao expedidor do título, tal como uma empresa ou o governo. Em troca, o expedidor promete devolver o empréstimo com juros na data de maturidade. Você recebe esses juros regularmente, geralmente a cada seis meses. Esse pagamento fixo é o motivo pelos quais os títulos são chamados de seguridades de rendimento fixo, ao contrário das ações, que carregam retornos variáveis.

Os títulos de risco são títulos expedidos por empresas com baixas pontuações de crédito, ao contrário dos títulos de grau de investimento oferecidos por empresas com um crédito melhor e registros mais antigos. As empresas com pouco crédito se oferecem para pagar altas taxas de juros a investidores como você, que estão dispostos a emprestar dinheiro. Por causa das suas altas taxas de retorno, os títulos de risco são chamados de "títulos de alto-risco".

Nesse artigo, exploraremos esse injustiçado do mundo dos investimentos e sua história turbulenta. Nós também aprenderemos por que alguns títulos são chamados de lixo e se você deveria dedicar uma parte de seu portfólio financeiro a eles. Na próxima página, descobriremos como os títulos de risco explodiram na cena financeira durante os anos 80 com Michael Milken, mais tarde chamado de "o Rei dos Títulos de Risco".

Glossário rápido dos termos de títulos

Título - empréstimo emitido por uma instituição para financiar projetos e operações. Ele pode ser expedido por uma empresa, pelo governo federal, estadual ou municipal.
Data de maturidade - a data na qual o título vence e o empréstimo deve ser devolvido em sua totalidade. A maturidade pode ser de 90 dias a 30 anos.
Inadimplência - é o que acontece quando a instituição que expediu o título não consegue pagar o débito em sua totalidade.
Taxa de juros - porcentagem da quantia emprestada que deve ser paga além do empréstimo.
Quantia principal - o valor de face do título.

[Fonte: Investopedia]